24 de agosto de 2026

Denúncia de Desvio de Recursos no Rio de Janeiro

Recentemente, o Ministério Público do Rio de Janeiro apresentou uma denúncia contra 11 indivíduos envolvidos em um esquema de desvio de R$ 86,3 milhões do IRM (Instituto Rio Metrópole). Essa instituição é uma autarquia estadual que gerencia projetos na região metropolitana. O principal acusado, Davi Perini Vermelho, conhecido como Didê, que atua como presidente do IRM, foi preso na última quinta-feira, 9 de julho de 2026.

A Acusação e a Operação

A denúncia foi formulada pelo Gaesf (Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal). Durante a operação, foram executados mandados de prisão e busca em locais como a capital, São Gonçalo e Teresópolis, todas no estado do Rio de Janeiro. De acordo com as investigações, o grupo envolvido manipulava contratos estabelecidos pelo IRM para realizar o desvio de recursos públicos.

Pessoas Detidas

Entre os detidos na operação, seguem os nomes:

  • Davi Perini Vermelho (Didê) — presidente do IRM e ex-presidente da Câmara de São João de Meriti.
  • Franquis Dias Nepomuceno — diretor de Desenvolvimento Metropolitano Integrado do IRM e delegado da Polícia Civil.
  • Marcelo Lopes da Silva — procurador do Estado e ex-chefe da Procuradoria-Geral do IRM.
  • Caroline Soares Barros — fiscal de contratos do IRM e presidente do Instituto Bio.
  • Amanda Íthala Santos da Paschoa — fiscal sucessora de Caroline e cunhada do deputado estadual Alexandre Knoploch, que não é um dos acusados.

O diretor de Planejamento e Projetos do IRM, Maurício Silva Knoploch dos Santos, está em situação de foragido e ainda não foi localizado.

Funcionamento do Esquema

Conforme detalhado na denúncia, Didê tinha a responsabilidade de aprovar contratações, firmar contratos e gerenciar os pagamentos realizados pela autarquia. As investigações levantaram a hipótese de que o IRM transferia recursos para o Instituto Bio, onde esses valores eram posteriormente retirados em espécie.

Resposta dos Envolvidos

A equipe do Poder360 tentou contatar os advogados dos denunciados, mas não conseguiu encontrar informações válidas, como números de telefone ou endereços eletrônicos, para solicitar um posicionamento. O artigo será atualizado assim que houver alguma manifestação por parte dos envolvidos na acusação.

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