
John Legend em “The Road Home”
O renomado cantor John Legend, com 47 anos, se unirá ao elenco do filme “The Road Home”, uma obra dramática dirigida por Bill Condon que explora a era do Apartheid na África do Sul. De acordo com informações do Deadline, Legend interpretará o icônico cantor e ativista Harry Belafonte.
Elenco e Enredo
Além de John Legend, o filme conta com a participação de atores renomados como Thabo Rametsi, Guy Pearce, Cynthia Erivo e Johnny Flynn. A narrativa se concentra na impressionante trajetória do cantor sul-africano Hugh Masekela, forçado ao exílio por conta da sua luta contra o Apartheid em sua terra natal.
No final dos anos 1980, o Movimento Anti-Apartheid, liderado por Trevor Huddleston, um mentor apaixonado da causa, decide boicotar o amigo de Masekela, Paul Simon, em razão do álbum “Graceland”. Esse trabalho, que se inspirou na rica música da cultura sul-africana, foi visto como uma violações do boicote cultural preconizado pelas Nações Unidas.
A Música como Arma
Miriam Makeba, carinhosamente conhecida como “Mama Africa”, se junta a Masekela, que acredita que a música pode ser uma ferramenta poderosa na luta pela justiça. Juntos, eles formam a banda Graceland, um supergrupo que visa levar a voz da África do Sul para o restante do mundo.
Amizade e Inspiração
Harry Belafonte, amigo e apoiador incondicional de Masekela desde que se conheceram nos anos 60, desempenhará um papel importante na narrativa. John Legend expressou sua admiração por Belafonte, destacando: “Foi uma honra conhecer o Sr. Belafonte como meu amigo, mentor e colaborador na luta por justiça.”
O cantor ressalta: “Ele foi um ser humano extraordinário que viveu uma vida monumental e revolucionária. Harry é o epítome de um artista e ativista que se tornou um padrão para mim e para muitos outros que se inspiram em seu legado. Considero um privilégio ser escolhido para interpretar Harry Belafonte neste filme especial.”
Desenvolvimento do Filme
As filmagens principais de “The Road Home” já estão em andamento na África do Sul. A direção está a cargo de Bill Condon, com um roteiro original do escritor Michael Bronner, conhecido por seus trabalhos em “O Mauritano” e “Voo 93”.
A obra promete ser uma poderosa representação das complexidades e desafios enfrentados durante o Apartheid, celebrando a música e o ativismo que moldaram a história da África do Sul.
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